domingo, 31 de outubro de 2010

Pra ser sincero:

Pra ser sincero não espero de você,
Mais do que educação
Beijo sem paixão
Crime sem castigo
Aperto de mãos
Apenas bons amigos...


Pra ser sincero não espero de você,
Minta
Não se sinta capaz de enganar
Quem não engana a si mesmo


Nós dois temos os mesmos defeitos
Sabemos tudo a nosso respeito
Somos suspeitos de um crime perfeito
Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos


Pra ser sincero não espero de você,

Mais do que educação
Beijo sem paixão
Crime sem castigo
Aperto de mãos
Apenas bons amigos...

Pra ser sincero não espero que você
Me perdoe
Por ter perdido a calma
Por ter vendido a alma ao diabo

Um dia desses
Num desses encontros casuais
Talvez a gente se encontre
Talvez a gente encontre explicação

Um dia desses
Num desses encontros casuais
Talvez eu diga, minha amiga,
Pra ser sincero, prazer em vê-la
Até mais...


Nós dois temos os mesmos defeitos
Sabemos tudo a nosso respeito
Somos suspeitos de um crime perfeito
Mas crimes perfeitos não deixam suspeitos



                       E eu continuo acreditando cegamente nessa filosofia.
                                                      Engenheiros do Hawaii.



                            

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

12 sinais de que você está amando, opa, 12 sinais de idiotice, boa, é claro.

Doze: Você anda realmente devagar quando está com ele.
Onze: Você fica tímida sempre que ele está por perto    
Dez: Você sorri quando escuta a voz dele    
Nove: Quando você olha para ele, não vê as outras pessoas que estão em volta, só ele.    
Sete: Ele é tudo em que você pensa.    
Seis: Você percebe que está sempre sorrindo quando está olhando para ele.    
Cinco: Você faria qualquer coisa só para encontrar com ele    
Quatro: Enquanto lia isso, tinha uma única pessoa na sua mente.    
Três: Você simplesmente sorriu pois é verdade.    
Dois: Você estava tão ocupada pensando nele que nem percebeu que o número oito está faltando.   
Um: Você subiu até onde deveria estar o oito e agora está silenciosamente rindo de si mesmo.

Oportunidade única.

Não é amor, isso eu deixo claro, é claro. Mas não é só ilusão, é, tá bem, da minha parte, talvez seja . Mas o que custa sorrir? 'olá', conhece? Não, nem você, nem eu, nossos egos são bem maiores que isso, eu não nasci pra declarações e você, ah, você não nasceu pra se divertir, me desculpa, é verdade.
Você quer tudo nos eixos, muito sério.
Ou você engana, engana. O que seria bom, ou não. Porque, e se, e se eu acreditar, e cair, e, puta que o pariu, ficar ali?
Desculpa não é meu mundo.
- Oi, quer que eu leve sua mala? - Era um jeito de cnseguir um sim, de sei lá, ah, à merda, por favor.
- Brigado.
- Nada.
A minha parte eu já fiz, e você fica parado olhando, só olhando. E daí? Vou precisar te agarrar? Não faz meu estilo, perdão.
- Vou descer nesse ponto. Sua mala - Eu entrego a mochila e as chances que eu te dei. Desço do ônibus e vou.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Como já dizia Rita Lee: "Eu sou a ovelha negra da família".

Às vezes não resta nada possível, nada plausível e a gente opta pelo incomum, na verdade, pela única opção.

Círculo vicioso.

- UHUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUL
- Hm?
- Quer saber uma história triste?
- Não.
- Idiota, vou contar igual.
- Ok.
- Eu só me fodo.
- Que bom.
- É sério.
- É?
- Não. Idiota.
- Que bom.
- Não é. Eu só me fodo.
- É?
- Não, ha ha.

Expresso Paraíso, Partiu.

- Lexie... Lexie... Corra!
- Ai, dói muito.
- O que houve?
- Eu caí da escada.
- Mas.. E veio parar aqui?
- Pelo jeito foi forte.
- É, é o que parece.
Silêncio.
- Enfim, corra.
- Não consigo.
- Você vai perder, o expresso sai daqui três minutos.
- Eu não pedi café.
- Ah criança... Expresso é o mesmo que trêm.
- Ah tá. Ei, espera! Eu não sou criança!
- Que seja.
- E você?
- O que?
- O que você é?
- Você não vê?
- Não.
- Corra, corra.
- Mas dói.
- Um minuto.
- Ai, ai, ai, eu já andei um monte, cadê?
- Faltam uns dez minutos.
- Pro trêm sair?
- Pra você chegar lá. O trêm sai em um minuto e meio.
- Ah, droga! Não vou chegar!
- O tempo aqui e lá são diferentes.
- Impossível.
- Corra.
- Dói.
- Corra.
- Dói.
- Corra.
- Porque não me leva?
- Porque seria injusto.
- Porque seria injusto?
- Porque eu estaria ajudando.
- E daí?
- Que se ajudo um, ajudo a todos. É assim.
- Não é não.
- É.
- Preguiçoso!
- O trêm partiu.
Pluft.
- Ei, cadê você?
Silêncio.
- Quem é você?
- Corra.
- Você é tão chato quanto o outro cara.
- Não.
- É.
- Eu sou bem pior.
- Não também.
- Corra.
- Dói.
- Corra.
- Cansa.
- Desça.
- Não.
Pluft.
- Aonde eu estou?
Silêncio.
- Ei! Aonde eu estou?
- MUAHAHAHA.
- Quem é você?
- O Coisa Ruim!
- Não vai me mandar correr?
- Não.
- Eles são piores que você.
Pluft.
- Ei, eu conheço você. Você não me carregou.
- Ai, ai, ai, meu Deus Cristinho.
- Preguiçoso.
- O que está fazendo aqui?
- Ele me mandou de volta.
- Ele nunca manda.
- Mas me mandou.
- Caso perdido.
- Preguiçoso.
Pluft.
- Coisa Ruim!
- Socorro.
Silêncio.
- Ai, ai. Dói. 

Vício.

- Uma cerveja amanteigada.
- Não tem.
- Um suco de abóbora.
- Não tem.
- AVADA KEDAVRA!